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Expomar

Enildo dos Santos

Description xpomar

Uma exposição sobre a vida marinha, que encanta pela variedade, beleza e exotismo dos peixes e outras espécies da fauna marinha. A Expomar está instalada na Ilha das Gaivotas, próximo à ponte de acesso a Guarapari. A exposição é permanente e abre a partir das 15h durante todo o ano. Fora do período do verão, o local é visitado por estudantes, que chegam em excursões de outros municípios da Grande Vitória.

São centenas de espécies como o peroá, robalo, badejo, vários tipos de tubarão, estrela do mar, cavalo marinho, lagosta, caramuru (serpente marinha), pargo, baiacu e guaiamun. O preço do ingresso é de R$ 3,00. Crianças com idade abaixo de três anos não pagam.

 

Feira Hippie

Ipê fotos

Description eira de Artesanato


Este é o melhor local para os turistas que querem levar lembranças de Guarapari. Durante o verão e os feriados, os artesãos da cidade montam suas barracas na praça da Casa da Cultura. O destaque vai para o artesanato de conchas. Entretanto, equipamentos eletroeletrônicos também são vendidos no local. A praça onde a feirinha está situada era coberta de relva verde. Antes da construção da ponte, na década de 50, abrigava o cais e o ancoradouro para a balsa e as canoas usadas para cruzar o canal que atravessa Guarapari. Já foi reformada diversas vezes. (Praça Jerônimo Monteiro, Centro)

 

Parque Estadual Paulo César Vinhas (ou de Setiba)

Luiz Pajaú

Description arque Paulo Csar Vinhas


Mar, lagoas, matas, restinga, ilhas e dunas estão protegidas em uma área de 1.500 hectares, que faz parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica no Estado. A criação da Área de Proteção Ambiental (APA) das Três Ilhas, posteriormente, incluiu o Parque e todas a ilhas da costa de Guarapari na unidade de conservação que permite atividades econômicas, desde que monitoradas. Os passeios ao parque e ao arquipélago das Três Ilhas são monitorados por técnicos da Seama, sendo marcados com antecedência.

No Parque Paulo César Vinhas, vários caminhos e trilhas levam à lagoa Caraí, próxima à Ponta da Fruta. Ela é mais conhecida como lagoa Vermelha devido à coloração que as raízes das plantas da região dão à água. O Parque tem 11 km de litoral, com praias selvagens e desertas. Há também as lagoas Feia e do Milho. Monitores apresentam vídeos e slides aos visitantes em um Centro de Vivências e ministram palestras sobre educação ambiental. (Para visitar o parque, ligue antes: (0xx27 3361.5678)

 

Ruínas da Igreja

Ipê fotos

Description unas da Igreja


Em 1677, Francisco Gil de Araújo, donatário da capitania, mandou construir uma igreja dedicada a Santa Virgem Nossa Senhora da Conceição. Um incêndio impediu o término de sua construção. Desta igreja restam apenas o Frontis, todo esburacado, a Ruína e o Campanário, reconstrução de 1817. Esta relíquia foi edificada com pedras sobrepostas, unidas por uma massa feita de barro, areia, conchas trituradas e óleo de baleia. Suas ruínas já foram utilizadas como cemitério, no meio do século, como horta pelos alunos da primeira escola   da cidade e como cadeia. Este monumento fica a uns 300 metros da igreja construída por José de Anchieta, no centro da cidade. (Rua da Matriz, s/nº, Centro).

 

Mergulho

Arquivo Rede Gazeta

Description reas de Mergulho em Guarapari

O arquipélago de Três Ilhas faz parte do Parque Estadual Paulo César Vinha (Setiba). As águas são calmas, boas até para mergulho noturno. Corais com grande quantidade de peixes de aquário são rodeados por um fundo de areia clara e pesada, onde é comum achar grandes linguados e, às vezes, algumas tartarugas e arraias. Em terra firme, a fauna e flora são ricas. São cinco pontos de mergulho e a profundidade não supera os 14 metros.

Outra opção está na Ilha Escalvada, onde os mergulhos são escoltados por golfinhos. Com o vento nordeste, a atividade pode ser praticada numa área que não exige muita experiência. As profundidades vão de 8 a 24 metros. Com vento sul, muda-se o lado de ancoragem e a paisagem submarina parece pertencer a outra ilha. Grandes pedras formam pequenas grutas e corredores em profundidades que vão de 8 a 26 metros. Mergulhadores inexperientes ou que não conheçam a região não devem descer nesta parte da Ilha Escalvada sem guia.

Em volta das Ilha Rasas há sete pontos de mergulho, em profundidades que vão de 8 a 24 metros. Na região podem ser encontrados muitos polvos, lagostas e peixes de toca e de passagem. Na costa de Guarapari, o turista também pode admirar vários rebocadores naufragados. Um deles é o Bellucio. Construído em 1888, em aço, movido a vapor, naufragou em 1903, quando foi surpreendido por uma "baixa" (enorme formação e pedra e coral). Antes de chegar ao fundo, partiu-se em dois e os restos depositaram-se a 28 metros de profundidade, separados entre si por uns 100 metros. A distância entre as metades impossibilita conhecer todo o navio num só mergulho. Hoje as estruturas de até oito metros de altura criam dois dos melhores pontos de mergulho do Brasil. As profundidades no naufrágio variam entre 18 e 26 metros. A visibilidade media durante o verão é de 15/20 metros e no inverno 8 metros.

Outro cargueiro naufragado na região é o Faria Lemos. Mais antigo que o anterior, o navio inglês está a 14 metros de profundidade. Chocou-se contra os recifes e afundou em frente à praia de Guaibura, em Nova Guarapari. Porcelanas, talheres, garrafas, peças de bronze, etc, ainda encontram-se no local. Outra boa opção de mergulho é a Ponta do Siribeira. Com grande diversidade de peixes e corais, é ótima opção para mergulhadores mais novatos ou para treinamento.

Atlantes, centro de mergulho para iniciantes e veteranos (www.atlantes.com.br)
Tel.: (0xx27) 3361.0405, 3361.4440

 

Igreja Nossa Senhora da Conceição

Ipê fotos

Description greja Nossa Senhora da Conceio

Construída em 1585 pelo padre José de Anchieta, no alto de uma colina, esta igreja deu início ao povoamento de Guarapari. O jesuíta fundou ali uma capela e posteriormente uma residência, destinada a seus coirmãos da   Companhia de Jesus. Foi erguida possivelmente sob a invocação de Santa Ana e do Sagrado Coração de Jesus, ou também de Santa Maria, depois foi dedicada a Nossa Senhora da Conceição. No auto escrito em homenagem a Santa Ana, na inauguração da igreja, o jesuíta instituiu N. Sra. da Conceição como padroeira da aldeia.

Esta edificação também é conhecida como Igreja das Conchas devido às conchinhas que revestem as paredes externas. No colégio-residência, anexo à igreja, hospedaram-se os primeiros padres formados no Espírito Santo e no Brasil. Em 1760, com a expulsão dos jesuítas do país, a primeira igreja de Guarapari ficou abandonada. O prédio entrou em decadência, servindo até de cemitério. Com o retorno dos jesuítas, por volta de 1840, a situação da igreja começou a mudar. Em 1880, o templo recebeu sua primeira restauração, perdendo um pouco de suas características originais, principalmente o teto, que era de frisos, atualmente é formado de gesso. Quando Guarapari recebeu foros de cidade (1891) e os jesuítas a abandonaram definitivamente, apenas a igreja e parte da residência estavam de pé. Atualmente, uma casa particular foi construída no terreno e apenas os alicerces da residência dos jesuítas estão no local. 

A Igreja de Santana já foi bastante modificada desde sua inauguração. Em 1751, foi ampliada e reedificada, servindo de matriz. Em 1878, seu frontão comum e triangular recebeu revestimento neo-barroco do séc. XVIII. Em 1970, foi registrada no SPHAN (Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o telhado foi restaurado e dois altares laterais que não eram originais retirados. 

Em 1982, na última reforma, as paredes receberam um novo reboco e foram pintadas de cal. O piso foi trocado por um piso vitrificado moderno. Restaurou-se a porta central e trocou-se as portas laterais, arrancando-se o revestimento de conchas que cobriam a parte interna. Portas e janelas também foram acrescentadas à fachada original. As colunas de madeira foram trocadas por colunas de alvenaria. Atualmente, a sacristia funciona como Museu Sacro, incluindo em seu acervo castiçais, cálices, crucifixos e imagens do século XVIII de várias santas.

Rua João Cavati, s/nº, Centro. O local é mais conhecido como Morro da Igreja

 

Poço da frente ou poço de beber

Ipê fotos

Description oo dos jesutas

Ao redor do Morro do Atalaia os jesuítas construíram diversos poços para captar água. O Poço da Frente ou Poço de Beber é o único que restou. Foi construído em meados do século XVI, em forma de cúpula. ? uma nascente de água potável, com uns 40 cm de profundidade, cujo excesso escorre nas pedras. Era utilizado pela população até bem pouco tempo, quando faltava água na cidade. Foi construído com pedras e massa composta de areia, conchas trituradas e óleo de baleia. As ruas que levam ao local são conhecidas como Caminho da Fonte, e a pequena praia ao lado recebe o nome de Praia da Fonte. Para chegar ao local é preciso seguir pelas pedras da Praia das Virtudes, pois diversas construções particulares dificultam o acesso. A fonte não recebe nenhum tratamento das autoridades e está abandonada.

 

Passeios de Escunas

Arquivo Rede Gazeta

Description asseios de Escuna


Barcos e escunas saem do canal de Guarapari para mergulhos, pesca e passeios pela orla e pelos manguezais que existem na parte mais interna da península.
Confira:
Água Marinha Turismo - saída no Siribiera Iate Clube
Tel.: (0xx27) 3261.1298
Candeias - Canal de Guarapari, próximo à ponte
Tel.: (0xx27) 3361.3080
Clean - Clean
Tel.: (0xx27) 3261.1298
Guarapari - Praça da Igreja Matriz
Tel.: (0xx27) 3261.1295
Monte Santo - Praça Jerônimo Monteiro, canal de Guarapari, perto da Ponte
Tel.: (0xx27) 3261.3356; 3261.0773
Rosa dos Mares e Rosalina - Cais do Hotel Porto do Sol e Cais do Morro da Pescaria (Praia do Morro)
Tel.: (0xx27) 3361.3080; 983.2473
Sereia de Meaípe - Rua Joaquim de A. Castro (canal de Guarapari, perto da Ponte)
Tel.: 983.1438

 

Cachoeiras e Lagoas

Joaquim Nunes

Description achoeira Cabea Quebrada

Guarapari é muito conhecida e procurada pelo seu belo litoral. Mas há também no município cachoeiras e rios em meio a montanhas, com florestas naturais de vegetação exuberante e de rara beleza. A região serrana da cidade se inicia 15 quilômetros após o litoral e atinge 800 metros de altitude. 

Mesmo fora dos roteiros turísticos, esses locais vêm sendo procurados para a prática de lazer nos finais de semana, por pessoas que querem fugir da agitação das famosas praias do balneário.

A Cachoeira de Cabeça Quebrada (foto), que dá nome ao local também conhecido como Nossa Senhora da Conceição, está a 45 quilômetros da cidade e é um dos pontos turísticos mais procurados na zona rural de Guarapari.

A queda dágua é formada pelo Rio Corindiba, que nasce nas montanhas do distrito de Todos os Santos, divisa com Marechal Floriano, e é um dos mais importantes afluentes do Rio Benevente.

A Cachoeira de Cabeça Quebrada fica dentro do sítio do lavrador José Bravim, 76 anos. No local, há área para acampamento, estacionamento de veículos e acesso às trilhas nas margens do rio. ? cobrada entrada. 

Um modesto bar com mesas de tábuas rústicas fixadas no chão de terra batida vende tira-gostos, cerveja, refrigerantes, aguardente e conhaque a preços de tabela. 

Quem gosta de aventura pode seguir pela trilha subindo a queda dágua. Caminhando por duas horas encontra-se a nascente, em Todos os Santos. A cerca de 50 metros, na cabeceira da cachoeira, há um lago dentro da pedra, ótimo para um bom mergulho. Existe um poço no mesmo local, muito profundo.

De carro, de Guarapari até a Cachoeira da Cabeça Quebrada são cerca de 45 quilômetros. Saindo de Guarapari, siga pela BR-101 no sentido sul (sentido Rio de Janeiro) até o Posto Jaqueira, no quilômetro 346. Lembrando que o trevo de Guarapari está no quilômetro 336. Você pode perguntar no posto como chegar até São Miguel ou até Cabeça Quebrada. Siga por mais uns cinco quilômetros até São Miguel. Quando avistar uma igreja, pergunte pela cachoeira.

O Rio Conceição é outro grande manancial de Guarapari. ? possível encontrar, ao longo do seu curso, muitos lugares aconchegantes a partir da nascente, na localidade de Buenos Aires. A maior atração, no entanto fica na Cachoeirinha, ainda na zona rural, mas muito perto do centro urbano, localizada a um quilômetro do Trevo da Rodovia BR 101.

A proprietária, Maria José Zanon Araújo, implantou em Cachoeirinha bar, banheiros, área para estacionamento de veículos arborizada e uma pousada, que vêm atraindo milhares de pessoas anualmente. Também é cobrada entrada. Nos dias de sol, piscinas se formam nas barragens de pedras e cimento.

As cachoeiras de Baia Nova e Iracema, em Boa Esperança, Santana e Alto Rio Calçado são outros pontos que despertam a atenção pela beleza, mas a freqüência nos locais ainda é tímida, devido às dificuldades de acesso e falta de infra estrutura.

O turista também pode visitar as lagoas da cidade. Destaca-se a Lagoa Maembá, a 5km do centro de Guarapari, na divisa com Anchieta, e a Lagoa Vermelha, no Parque Paulo César Vinhas.

 

Casa da Cultura

Ipê fotos

Description asa da Cultura


A atual Casa da Cultura do município já foi sede da Prefeitura, Câmara de Vereadores e Cadeia Pública. Não existem registros exatos da data de construção deste prédio, acredita-se que foi por volta de 1830. Em 1882, a   Casa da Cultura recebeu seu primeiro reparo. Em 1927, foi novamente reformada e sua fachada lisa e simples foi enriquecida com arabescos. Este prédio foi abandonado na administração do Prefeito Pedro Ramos (quadriênio 1967-1971) por ser pequeno e estar em péssimo estado. Sem cuidados, acabou ruindo. Foi reconstruído no final de 1988, quando as paredes do fundo e as divisórias - paredes seculares com 0,65 metro de espessura - foram derrubadas por um trator. Ficaram somente as paredes laterais e a fachada. Descaracterizado, este monumento perdeu o seu valor histórico e pode ser tombado apenas como Patrimônio Afetivo do Município. Hoje, esta antiga Prefeitura é a Casa da Cultura e serve como posto de informações turísticas e espaço para exposições. (Praça Jerônimo Monteiro, s/nº, Centro)

 

Areias Monazíticas

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Description reias Monazticas

A cidade passou a ser atração turística depois que o médico Antônio da Silva Mello observou que as areias da cidade eram benéficas no tratamento das polinevrites. O município ficou conhecido nacionalmente através dos artigos de Silva Mello publicados na revista O Cruzeiro e no Jornal do Brasil. Há três tipos de areia em Guarapari: ilmenita, granada e monazítica. A ilmenita é de cor preta, constituída de titânio, ferro magnético e outros metais. A granada, de cor vermelha, apresenta-se em pequenos cristais. Contém proporções variáveis de alumínio, ferro, cobre, cálcio, magnésio, manganês e outros metais. Já a monazítica, de cor amarela, é um fosfato de diversos metais, que contém tório, de onde se extrai o hélio e outros elementos usados na desintegração atômica. As areias monazíticas são como o rádio e o urânio, substâncias eficazes no tratamento de afecções articulares e reumáticas. Na Praia da Areia Preta, no centro da cidade, é comum encontrar turistas enterrados na areia, em busca da cura para casos de artrite, nevralgias, doenças musculares e perturbações digestivas. Estas "areias atômicas" também são ótimo remédio para o estresse.

De acordo com a pesquisadora Beatriz Bueno Graeser, que estuda a história de Guarapari desde 1983, as areias radioativas perderam mais de 50% da atividade, devido à urbanização e ao excesso de prédios. Jazidas dos minerais chegaram a ser literalmente soterradas na Praia do Morro, sob os prédios que surgiram da noite para o dia na década de 80.

 

Acquamania


Parque aquático com grande variedade de diversões.
Rodovia do Sol, km 24, distrito de Amarelos.
Tel.: (0xx27) 3200.4600

 

Casa do Artesão


Funciona de segunda a sábado, das 13 às 20h. Vende artesanato tradicional como panela de barro, renda de bilro, conchas, madeira, cestaria, palha, etc. Exibe também artesanato contemporâneo, no qual 15% do material é feito industrialmente. 
Tel.: (0xx27) 3261.1889

 

Passeios de Trenzinho


Quatro trenzinhos decorados (duas Marias Fumaça, um Minhocão e um Coelhão) passeiam pelo Centro da cidade e pela Praia do Morro. 
Saída de uma em um hora, de 16 às 21h, na Praia da Areia Preta.
Tel.: (0xx27) 3261.0454

 

Pesca de Marlim Azul


O melhor ponto mundial para a pesca do Marlim Azul está no sul de Guarapari. Este peixe oceânico vive nas águas azuis, limpas e quentes. ? encontrado mais freqüentemente nas regiões de Vitória, Guarapari, Salvador e Ilhabela.

A faixa litorânea entre a Cidade Saúde e a capital capixaba é responsável por 13 recordes mundiais homologados pelo IGFA, sendo 11 por linha e dois por peso. O recorde mundial de Marlim Azul é um peixe de 636 quilos, que foi capturado por Paulo Amorim no dia 29 de fevereiro de 92, em Vitória. O recorde do Marlim Branco é um peixe de 82,5 quilos, capturado por Evandro Luiz Coser no dia 8 de dezembro de 79, também em Vitória. A maior incidência do Marlim Branco ocorre em Novembro, e do Marlim Azul de Outubro a Março. 

Guarpari sedia o Campeonato de Pesca de Marlim Azul há três anos e do Marlim Branco há um ano.
Mais informações: www.pauloamorim636.com.br

 

Sesc de Guarapari


Possui parque aquático, restaurante, hotel e salões para conferências.
Rodovia do Sol, próximo ao trevo de Muquiçaba
Tel.: (0xx27) 3361.1416

 

Cemitério inspirou novela da Rede Globo

A história da inauguração do primeiro cemitério de Guarapari, localizado próximo à Praia da Virtudes, faz parte do folclore da cidade. Conta-se que ele foi construído em 1906, mas em função da fama de Cidade Saúde, por dez anos, nenhum morto foi encontrado para sua inauguração. Em 1916, o prefeito e os vereadores resolveram importar um "defunto" de Benevente, hoje Anchieta, para que fosse possível realizar a solenidade de inauguração.

De acordo com a pesquisadora Beatriz Graeser, a história, que virou lenda entre os moradores de Guarapari, serviu de inspiração para que o escritor Dias Gomes reproduzisse fato semelhante na novela "O Bem Amado",   que imortalizou o personagem Teodorico Paraguassú, interpretado por Paulo Gracindo.

Na trama, Teodorico forjou a própria morte para inaugurar o cemitério da cidade, um dos seus sonhos. O ator chegou a participar da inauguração do cemitério novo de Guarapari no bairro Coronado, no final da década de 70, a convite do então prefeito, Hugo Borges.

 

Vida Noturna

A vida noturna em Guarapari é a mais movimentada do litoral capixaba durante o verão, principalmente pelas diversas boates de Nova Guarapari e Meaípe. Entre elas estão a Mais (www.mais.etc.br), a Luazul, a Tribo de Gaia e o Forte da Enseada (detalhes sobre as boates no item "restaurantes"). No centro da cidade, a badalação fica por conta do Calçadão. Na Praia do Morro, o movimento é nos quiosques e nos bares da orla.